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A imagem que fala: de Nabucodonosor à Besta Quântica - Parte 1

Foto do escritor: Pr. Edvaldo Santana
Pr. Edvaldo Santana
8 de out.
2 min de leitura

1. O prenúncio: a imagem de Nabucodonosor (Daniel 3)

Nabucodonosor ergueu uma estátua de ouro. Sessenta côvados de altura, seis de largura, e seis instrumentos que anunciavam a ordem: todos devem se prostrar. Quem recusasse seria lançado na fornalha. Era uma imagem inerte, mas o decreto era vivo. E o número já anunciava o que viria: 666.

Este texto é extraído do livro "O Último Ditador Mundial e a Marca da Besta Quântica", onde o tema é tratado em profundidade.

Observe os detalhes. Não se tratava de uma estátua qualquer. Era uma obra de proporções colossais, construída na planície de Dura, no coração do Império Babilônico. O ouro não era apenas decoração: era uma declaração de divindade. Nabucodonosor não estava apenas erguendo um monumento a si mesmo. Estava exigindo adoração. Estava se colocando no lugar do CRIADOR.

E o número? Sessenta côvados de altura. Seis côvados de largura. E seis instrumentos musicais que convocavam o povo à prostração. Seis, seis, seis. O mesmo número que João verá séculos depois no Apocalipse. Não era coincidência. Era prenúncio.

Sadraque, Mesaque e Abede-Nego recusaram. Foram lançados na fornalha. E o quarto Homem caminhou com eles no fogo. O ETERNO foi glorificado. Mas o decreto de Nabucodonosor permaneceu como advertência: haverá um tempo em que a adoração a uma imagem será exigida sob pena de morte. O que Nabucodonosor fez por força, o falso profeta fará inicialmente por engano, mas depois, perdendo a paciência, exigirá pena de morte para quem se recusar a se prostrar e adorar a imagem que ele erguer (Apocalipse 13:14-15).

Mas o que acontece quando essa imagem deixa de ser inerte e passa a ver, ouvir e falar? É o que veremos a seguir.


(veja a sequência na parte 2)

 
 
 

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