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Sete provas de que Moisés e Elias as Duas Testemunhas do Apocalipse

Seus ministérios estão conectados aos três anos e meio cumpridos por YESHUA HAMASHIACH

Moisés e Elias são as duas testemunhas do Apocalipse.


O objetivo central desta obra é apresentar Moisés e Elias como as duas testemunhas do Apocalipse, mas não de forma aleatória, e sim de forma conectada diretamente ao ministério do MASHIACH, provando que, assim como YESHUA cumpriu três anos e meio de ministério consumando 100% da redenção no Calvário, eles cumpriram os três anos e meio finais de juízo, encerrando o ciclo da septuagésima semana, desencadeando o toque da sétima trombeta que anunciará a transição de reino (Ap 11:15).


Moisés e Elias são dois homens com jornadas impactantes. Moisés, com sua morte enigmática, tem o próprio ETERNO intervindo em sua trajetória, desde o início, tornando-se o protagonista central de sua morte. Na sequência, o ETERNO oculta o corpo de um mortal e, ao mesmo tempo, anuncia a sua morte. A intervenção foi tão impactante que desencadeou um conflito angelical, no qual o próprio hásatan confronta Miguel acerca do corpo de Moisés. Miguel, por sua vez, não ousa pronunciar juízo de maldição contra ele, indicando uma possível legitimidade de hásatan em sua reivindicação, a ponto de Miguel precisar clamar ao ETERNO para repreendê-lo. Existe um segredo a ser mencionado aqui (Judas 1:9).


Vale salientar que, em outra ocasião, Miguel enfrentou hásatan e triunfou sobre ele. Os dois episódios são atestados pelas Escrituras (Dn 10:13; Ap 12:7-9). Nesse episódio, porém, Miguel demonstrou limitação em sua intervenção, revelando que existe algo que transcende as explicações superficiais ensinadas hoje.


Elias, por sua vez, é trasladado da Terra literalmente, sem provar a morte. Eliseu presencia esse acontecimento de forma extraordinária, e o episódio posteriormente se torna conhecido em Israel. Só esses dois fatos tornam esses homens totalmente singularizados dentro das Escrituras. Ignorar que esses dois homens estão inseridos em um projeto transcendente é assumir que se é um neófito dentro da jornada reveladora das Escrituras escatológicas.


Malaquias profetiza o retorno de Elias. O intrigante é que, antes de falar desse acontecimento, menciona Moisés, muito embora em outro contexto, convidando o examinador a entender que há mensagens subliminares aqui, pois, no mesmo argumento em que desenvolve o retorno de Elias, inicia falando de Moisés. Não é coincidência: são conexões proféticas em camadas profundas (Ml 4:4-6).


E quando Moisés e Elias se apresentam ao MASHIACH no limiar da Redenção, e Pedro, Tiago e João testemunham esse acontecimento, não estamos diante de três homens comuns, mas daqueles que teriam um papel extraordinário na jornada da Igreja.


Pedro e Tiago, líderes da Igreja primitiva, já tinham seus martírios predecretados, mesmo antes de saberem que morreriam pela causa. Já João foi o descortinador dos Segredos Apocalípticos. Os três são de extrema importância no colégio apostólico.


Isso não se trata de uma mera visão, à qual a expressão grega horama se refere.


Aqui há múltiplas mensagens subliminares, dentre elas a legitimação plena desses dois arautos, Moisés e Elias, como as duas testemunhas do Apocalipse: os únicos que, na Grande Tribulação, testemunharão tendo estado literalmente com o Filho do ETERNO encarnado no limiar da Redenção. É exatamente o impacto de seus testemunhos que fará os judeus remanescentes caírem de joelhos, arrependidos. Eles conversaram com YESHUA HAMASHIACH antes da consumação. Isso automaticamente os legitima como aqueles que despertarão os remanescentes de Israel na Grande Tribulação.


Ao analisar a atmosfera negra perpetrada por hásatan na Grande Tribulação, somente dois homens que transcenderam o mortal teriam capacidade de enfrentá-lo cara a cara. Mas há um dilema ainda mais profundo: Moisés e Elias, que exerceram juízo em seus primeiros ministérios, também estarão sujeitos à justiça do ETERNO. Moisés ordenou a execução de cerca de três mil idólatras (Êx 32:27-32), enquanto Elias ordenou a morte de 450 profetas de Baal (1 Rs 18:40). Ambos deixaram a Terra sem experimentar a morte da maneira comum, mas, após concluírem seus testemunhos, serão mortos pela besta (Ap 11:7). Eis uma conexão que nos conduz a Gênesis 9:6 e revela uma dimensão inquietante da justiça divina, que não faz acepção de pessoas. Embora conhecedores dos segredos dimensionais, retornarão em corpos mortais para cumprir sua missão, submetendo-se ao desfecho que o ETERNO determinou.


Por esses e outros motivos, afirmo-vos que Moisés e Elias são as duas testemunhas, e estamos provando isso dentro das Escrituras, por meio desta obra.


Uma observação importante:


Alguns teólogos, fundamentados nos relatos de Mateus 17 e Marcos 9, traduzem do grego horama como uma visão semelhante à que Paulo teve, ignorando que essa mesma expressão contempla múltiplos significados, dentre eles a percepção de algo não abstrato.


E, quando se observa a contextualização de Lucas 9:30-31, questiona-se a ideia de uma mera visão (horama), pois Lucas contextualiza o assunto que eles tratavam nesse encontro transcendental: o êxodo que o MASHIACH estava para cumprir no Calvário.


São estes e outros pontos que você encontrará em detalhes nesta obra.

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