O paradoxo da interpretação da queda de Heylel


Se os céus são santos, se o CRIADOR é fogo consumidor e preza pela santidade, onde nem os próprios serafins olham para Ele enquanto O adoram, conforme atesta Isaías (Is 6), como hásatan poderia pecar dentro do céu sem ser fulminado?
Essa interpretação realmente é verdadeira? É possível perceber que existem alguns pontos que precisam ser examinados; embora defendida por múltiplas academias teológicas, ela também expõe algumas lacunas. Outra indagação controversa: é verdade que hásatan, mesmo após o pecado, continua tendo acesso aos céus?
Muitos utilizam os dois primeiros capítulos do livro de Jó para defender isso. É legítima essa interpretação? E, se é, como é? Responda-me, por favor: como é possível o CRIADOR ser Santo e permitir que o pecado surja em Sua casa e, em seguida, ainda autorizar que esse profanador continue tendo acesso ao mesmo ambiente que ele profanou e sujou?
Será que isso de fato é verdade? Ou estamos diante de uma teologia que permaneceu no raso, com água nos tornozelos, conforme descreve Ezequiel 47:3? Por esta razão, estariam interpretando as Escrituras com a mesma visão de Nicodemos? Muito embora repletos de status e conhecimento, mas ainda limitados em algumas dimensões espirituais necessárias para compreender as Escrituras em níveis mais profundos. Estará acontecendo isso com esses intérpretes?
Não seria mais coerente entender assim do que acreditar que o profanador sujou a casa do ETERNO, ainda levou uma terça parte dos Seus anjos e, em seguida, voltou a ter acesso ao mesmo ambiente que ele profanou?
Bom, são indagações que quem examina as Escrituras, sem estar preso às amarras religiosas tendenciosas, faz naturalmente. Mas fique tranquilo, eu tenho uma boa notícia para você: o pecado não foi nos céus.
Todos estes que defendem essa tese estão, segundo a nossa compreensão, diante de uma interpretação que precisa ser examinada à luz da própria Escritura e da iluminação genuína do ESPÍRITO SANTO. E, neste ponto, firmo-me e assumo responsabilidade pelo que estou afirmando.
Eles estão excessivamente apoiados apenas na letra, chegando a interpretações que, segundo nossa compreensão, precisam ser revistas. Precisamos entender que as Escrituras possuem um Dono. Não temos autoridade para interpretá-las simplesmente da maneira que queremos, sob o risco de cometermos esses desatinos escriturísticos.
Eles erram, portanto, no ambiente e na motivação do pecado, e também na compreensão do verdadeiro pecado que orquestrou a queda deles.
Mas, neste livro, Advertência Final aos Pastores, explicamos com detalhes a verdadeira queda, suas motivações e o local exato deste acontecimento. Observação: estou repleto de provas escriturísticas para todas essas informações e revelamos seu verdadeiro pecado à luz das Escrituras, que não foi rebelião contra o CRIADOR e não aconteceu nas dependências celestes.
Portanto, adquira este livro e enriqueça seu conhecimento dentro das Escrituras.




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